11 junho 2008

do crescente


0 disco solar aproxima-se, tocando as mãos abertas das palmas estilizadas

O templo é a areia fina, a luz a pique, com o deserto a escorrer das margens verdes.

Compreendemos melhor nestes dias o modo como foi sonhada a perspectiva pela rainha Hatshepsut

Que outras forças poderiam mover montanhas de pedras e o tempo pesado que ainda hoje rola encadeado rigoroso do cimo das moradas até ao fundo das ravinas


onde repousam os reis?
Dália Dias

5 comentários:

A do Costume disse...

com um abraço

OGC disse...

Bem-vinda de volta! :)

Como correu com os polacos?

E Cat Power? (Eu não fui... mas vi o concerto pela net! Muito bom! Já não é a velha Cat Power, mas continua com aquela voz incrível!)

Com um beijinho! ;)

A do Costume disse...

Correu tudo bem com os polacos. alguma sensação de que há coisas que não se devem repetir...

Cat Power, tanbém não vi, desta vez.Já agora, ela entra e é banda sonora do filme q está aí do Wong Kar Wai (acho q se escreve assim)

A do Costume disse...

Correu tudo bem com os polacos. alguma sensação de que há coisas que não se devem repetir...

Cat Power, tanbém não vi, desta vez.Já agora, ela entra e é banda sonora do filme q está aí do Wong Kar Wai (acho q se escreve assim).
bj

Carolina Búzio disse...

Gostei do poema... foi ao Egipto?? Quem me dera!